Pecado Grudento

“(…); porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço.” Rm 7:15 (Almeida Atualizada)

Você tem algum pecado, alguma área em que enfrenta dificuldades e onde geralmente falha? Sabe qual a atitude correta a ser tomada, mas falha no momento de colocar em prática? Se isto ocorre com você, não se desespere: você é uma pessoa normal! Todos nós temos alguma área da nossa vida em que enfrentamos dificuldades.

Quantas vezes passamos diversas vezes pela mesma situação, e parece que algo nos impede de agir corretamente. Algo em nós nos atrapalha e, assim, caímos uma vez após a outra. E o mais indignante: continuamos a fazê-lo mesmo depois de aceitarmos a Cristo e ganharmos nova vida nEle! Como isso é possível?

Pois bem, não nos esqueçamos que ainda estamos neste mundo e que ainda habitamos um corpo físico, um corpo carnal. E esta nossa natureza carnal é o que nos impulsiona a agir da maneira que não queremos. Como você pode ver, um dos nossos maiores “inimigos” somos nós mesmos! O pecado “grudado” em nós, que habita em nós, faz com que tomemos as atitudes erradas, mesmo sabendo o que é correto (conforme descrito por Paulo em sua carta aos Romanos 7:19).

Mas, diante deste cenário obscuro, o que podemos fazer? Bem, se esta é uma dificuldade nossa, uma área de fraqueza (como, por exemplo, dificuldade em ajudar os necessitados ou fraqueza diante da imoralidade), devemos reconhecer nossa dificuldade e pedir o auxílio de Deus, entregando, assim, a dificuldade à Ele; nestes momentos é que a graça de Deus é manifestada em nós (2 Co 12:9). Nossa fé em Deus, aliada ao nosso compromisso de mudar, são algumas “armas” poderosas contra este tipo de luta.

Outro ponto importante a ser observado é que ninguém é perfeito! Não é por que você é um santo, justificado pela fé em Jesus Cristo, que estará livre do pecado! O santo não é aquele que não peca, mas aquele que depende da graça e perdão de Deus; é aquele que, de coração quebrantado, reconhece seus erros e os coloca aos pés da cruz.

Lembre-se disso: Deus não se agrada de sacrifícios superficiais, de uma adoração legalista (Isaías descreve isso em Is 1:10-20); mas sim de um relacionamento verdadeiro, de uma busca honesta de ser semelhante a Cristo. Viver em santidade é viver em Cristo! E esse viver em Cristo nos capacita a lidarmos com o pecado “grudento”: sempre presente, agarrado em nós, mas sem domínio algum sobre nossa vida, pois estamos mortos para o pecado, e vivos em Cristo.

2 comentários »

  1. Jéssica, Ana Paula, Maiara e Juliano (301) said,

    Este artigo é muito bom. Deveria ser conhecido pelos nossos educadores que possuem uma visão tão estranha da vida, dos valores, da religiosidade, dos principios que conduzem nossas atitudes e nosso jeito de viver. Também pelos nossos políticos e governantes.
    Como é importante reconhecer nossos pecados, limitações, erros. Eles são diários. Mas nossa coragem, fé, compromisso com a vida podem superá-los. Afinal, Deus nos conhece tão profundamente! E nos ama tanto, apesar de nossos momentos de fraqueza.

  2. anuor said,

    parabéns, gostei , é a direção certa. paz esteja contigo.


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